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Prática: banco de teste que relata suas falhas
Separe DUT, estímulos, referência e checagens para testar reset, enable e retorno sem corridas.
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Separe implementação e verificador
O banco fornece estímulos, calcula expectativas e relata diferenças. É código de simulação, não circuito para síntese. Salve modulo_tick da aula de parâmetros em modulo_tick.sv e este banco completo em tb.sv. Reset síncrono vence; sem enable, count mantém e pulse limpa; habilitado incrementa módulo N e pulse só fica 1 no retorno. Use referência inteira em vez de ler estado interno.
`timescale 1ns/1ps
module tb #(parameter integer N = 5);
localparam integer CW = (N <= 1) ? 1 : $clog2(N);
logic clk = 1'b0;
logic rst = 1'b0;
logic enable = 1'b0;
wire [CW-1:0] count;
wire pulse;
integer expected_count = 0;
logic expected_pulse = 1'b0;
integer checks = 0;
modulo_tick #(.N(N)) dut (
.clk(clk), .rst(rst), .enable(enable),
.count(count), .pulse(pulse)
);
always #5 clk = ~clk;
task automatic step(input logic reset_value, enable_value);
begin
@(negedge clk);
rst = reset_value;
enable = enable_value;
if (reset_value) begin
expected_count = 0;
expected_pulse = 1'b0;
end else begin
expected_pulse = 1'b0;
if (enable_value) begin
expected_count = expected_count + 1;
if (expected_count == N) begin
expected_count = 0;
expected_pulse = 1'b1;
end
end
end
@(posedge clk);
#1;
if (count !== CW'(expected_count) || pulse !== expected_pulse)
$fatal(1, "Mismatch check=%0d count=%0d expected=%0d pulse=%b expected=%b",
checks, count, expected_count, pulse, expected_pulse);
checks = checks + 1;
end
endtask
initial begin
if (N < 1) $fatal(1, "N must be positive");
step(1'b1, 1'b1);
repeat (N-1) step(1'b0, 1'b1);
step(1'b0, 1'b0);
step(1'b0, 1'b1);
step(1'b0, 1'b0);
repeat (2*N+1) step(1'b0, 1'b1);
step(1'b1, 1'b1);
step(1'b0, 1'b0);
$display("PASS N=%0d checks=%0d", N, checks);
$finish;
end
initial begin
#10000;
$fatal(1, "Timeout");
end
endmoduleEvite corrida na borda ativa
A tarefa muda entradas na descida, meio ciclo antes da captura, e compara após atualizações não bloqueantes da subida. #1 é atraso didático de observação com timescale e clock de 10ns, não análise física de clock-to-Q, setup ou hold. Ambientes reutilizáveis podem usar clocking blocks ou disciplina das regiões de eventos. Primeiro reset torna o DUT conhecido; inicializar referência não o inicializa. !== acusa X/Z diante de expectativa conhecida.
Compile com top explícito
Num shell com Icarus instalado:
iverilog -g2012 -s tb -o sim.vvp modulo_tick.sv tb.sv
vvp sim.vvpCompile separadamente com -P tb.N=1,-P tb.N=2,-P tb.N=5,-P tb.N=8. A documentação oficial do Icarus explica linguagem e top. Registre a versão usada, pois suporte SystemVerilog varia.
Faça falhar de propósito
Altere a comparação para retornar uma borda antes ou retire a limpeza padrão de pulse. Algum cenário deve falhar com status não zero antes de timeout; depois restaure a fonte correta. PASS incapaz de detectar mutação relevante é evidência fraca. Registre hash, N, comandos, status, PASS e primeira divergência. Não chame teste local de execução DDS: #delay e initial de bancos gerais não equivalem à interface restrita de laboratório com um clock.